quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E porque amanheci assim

O Beijo, de Klimt
O Beijo, de Munch

"A estranha sensação de que, aos poucos, se verificara uma verdadeira proliferação de O beijo, como se brotasse de tudo o que era vida, cor, forma ou movimento; em tudo nos acenasse. O beijo  preservava os cabelos dos desmandos do vento ou protegia os ombros da brisa fresca da noite. O beijo sorria nos seios jovens da donzela apetitosa (...) O beijo abrigava da chuva e resguardava os calores das mais afogueadas".
José Ribeiro Ferreira, Os Sons e os Silêncios, Fluir Perene, Coimbra 2005
(a propósito de O beijo de Klimt)



















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